Pessoas que desejam concorrer às eleições de 2026 tem prazo para se afastar de serviços públicos

Pessoas que desejam concorrer às eleições de 2026 tem prazo para se afastar de serviços públicos

Ficar atento as datas podem evitar as acusações de abuso do poder econômico ou político nas eleições.

Da Redação

O ano de 2026 reserva momentos importantes para os brasileiros. No dia 04 de outubro ocorre o primeiro turno das eleições para escolher Presidente da República, Governadores, Senadores e Deputados Estaduais e Federais.

Para quem deseja concorrer a um cargo eletivo os prazos para a desincompatibilização ou afastamento para as pessoas que possuem vínculo profissional com o estado variam de três a seis meses antes do pleito. Neste caso, é importante ficar atento nas datas para evitar a acusação de abuso do poder econômico ou político nas eleições.

Essa conduta garante para que os pré-candidatos que ocupam algum cargo público, não obtenham certa vantagem eleitoral diante dos concorrentes. A prefeitura de São Paulo terá nos próximos meses uma troca considerada de seus secretários. O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, aguarda a decisão e o anúncio de afastamento dos atuais representantes das pastas municipais.

“O limite é 27 de março para que os secretários que vão concorrer às eleições possam se desincompatibilizar, pedir a sua exoneração. Não tenho ainda nomes, mas o critério vai ser o de sempre. A gente pode até receber sugestões de partidos, mas a responsabilidade é minha de quem será escolhido. Independente de alguma secretaria estar com a indicação de algum com o secretário, a decisão final é minha e terão os critérios com relação à questão de idoneidade, capacidade, responsabilidade com a gestão pública para que a gente possa recompor”, afirma Nunes.

O Segundo turno das eleições está marcado para o dia 25 de outubro, onde serão disputados os cargos de Presidente da República e Governadores. Para mais informações basta acessar o site do tribunal superior eleitoral pelo endereço eletrônico tse.jus.br.

A Central de Notícias da Rádio Onda é uma iniciativa do Projeto “Grafite”. Este projeto foi realizado com o apoio da 9ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Serviço de Radiodifusão Comunitária Para a Cidade de São Paulo.

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Itaú Cultural debate a evolução dos games e os desafios da paternidade digital

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A exposição “Game+” atrai gerações distintas para uma viagem pela história dos consoles, levantando debates sobre segurança, vício e o futuro do entretenimento.

Por Elder Oliveira

Os videogames percorreram um longo caminho desde os pixels rudimentares dos anos 80 até os universos hiper-realistas de hoje. No entanto, a exposição “Game+”, em cartaz no Itaú Cultural, mostra que o jogo é muito mais do que entretenimento: é uma ferramenta de formação, um elo entre pais e filhos e, também, um terreno que exige cautela.

A mostra funciona como um túnel do tempo. Para Gabriel Barbosa, desenvolvedor de software de 22 anos, a visita evidencia o salto tecnológico da indústria. Jogador desde os sete anos, quando ganhou um PlayStation 2, ele aponta as diferenças drásticas no desenvolvimento dos jogos. “Hoje em dia a tecnologia avançou muito… a inteligência artificial tem ajudado bastante os jogos. Em questão de gráfico e história, hoje tem muito mais investimento do que antigamente”. Gabriel, cujo jogo favorito é o competitivo Counter-Strike, vê na IA o próximo grande passo dessa evolução.

Se para os jovens a tecnologia é fascínio, para os pais ela traz preocupação. A exposição atrai famílias como a de Danilo Penteado, músico que cresceu na “era de ouro” do Atari e do Super Nintendo, jogando clássicos como Mario Kart e Donkey Kong. Embora compartilhe momentos de diversão com o filho de 9 anos jogando Minecraft, Danilo adota uma postura rígida quanto à segurança digital.

“A questão de ter contato com pessoas online a gente simplesmente não deixa. Não é uma opção. A gente sabe do perigo disso”, enfatiza Danilo. Ele reflete um sentimento comum entre os visitantes responsáveis: o desafio de equilibrar a nostalgia e o lazer com o controle do tempo de tela e a prevenção ao vício. “A gente tenta controlar o tempo que ele tem… é importante a gente saber o que tem para saber escolher o que é legal para as crianças, o que não é violento”.

A exposição “GAME+” acerta ao não apenas celebrar os jogos, mas ao convidar o público a refletir sobre como essa mídia molda comportamentos e relações familiares no século XXI.

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